A soberania englobava-nos a cabeça. Relutei por repousar sobre aquele trono, padecendo as necessidades mortíferas do reino que subsistia sob minhas pálpebras. Peças de xadrez esperando para serem movidas, incapazes de caminharem sozinhas por uma ou duas casas sem auxilio prévio.
A raça humana me envergonhava.
sexta-feira, 2 de abril de 2010
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